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Fiéis de diversas religiões participam de protesto contra a intolerância...

O pastor João Melo, da igreja Batista de Vila da Penha, suspendeu o culto do período da manhã neste domingo (21) para que seus fiéis participassem do protesto contra intolerância religiosa.
A manifestação foi organizada em apoio a Kailane Campos, a menina de 11 anos que foi apedrejada na semana passada quando saia de um culto de candomblé no bairro.
Cerca de 1500 pessoas participaram do ato exigindo respeito pelas crenças, entre eles evangélicos, judeus, católicos, umbandistas e candomblecistas.
“A gente não estava esperando que todos os seguimentos religiosos estivessem aqui hoje. São pastores, padres, são judeus, messiânicos. Isso que aconteceu com minha neta foi para provar que todos nós somos iguais, cada uma na sua fé”, disse a avó de Kailane, Kátia Marinho, de 53 anos, em entrevista ao jornal Extra.
O babalaô Ivanir dos Santos também participou do evento e exigiu que a identificação dos autores do crime e também a identificação da igreja que eles supostamente frequentam.

“Não é só chegar nos autores. É preciso descobrir que igreja eles pertencem e que doutrina está sendo ensinada para eles. Ninguém manda apedrejar ninguém formalmente, mas um destemperado pode cometer um ato desses”, disse.
A Pastora Lusmaria, do Conselho de Igrejas Cristãs do Rio de Janeiro (CONIC) também comentou o caso durante a manifestação e disse que os agressores não agiram como cristãos.
“A violência destes homens é repugnante e não tem semelhança com o comportamento de cristãos. É um comportamento criminoso e deve ser tratado com tal”.
O pastor João Melo participou do protesto contra a intolerância religiosa a pedido da própria Kailane. “Ela me procurou e perguntou se eu podia dar algum tipo de apoio. Numa situação dessas, Jesus não ficaria entre quatro paredes”, disse o religioso.

 

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