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Crivella critica preconceito contra evangélicos na Lava Jato

Em um artigo escrito para a Folha de São Paulo, o senador Marcelo Crivella (PTB-RJ) comentou sobre as acusações contra a igreja Assembleia de Deus Madureira na operação Lava Jato, destacando o preconceito contra evangélicos por conta desta denúncia.
Investigada há um ano, a operação coordenada pela Justiça Federal e pelo Ministério Público já apontou nomes de funcionários de grandes empresas públicas e privadas, empresários, políticos e seus chamados “operadores” que desviaram verbas da Petrobras.
Crivella questiona no texto a quem interessa colocar a classe política em uma vala comum, “levando o povo a descrer de todos os seus líderes”. Ele reafirma que é um político ficha limpa e que não fica feliz em ver a desgraça alheia de seus colegas acusados nesse esquema de corrupção.
“Essa máquina de moer reputações acaba de envolver a igreja Assembleia de Deus na Operação Lava Jato por ter, supostamente, recebido propina. Estamos diante, mais uma vez, de um primitivo sentimento antirreligioso contra evangélicos”, escreve o senador.
“Entre as pessoas comprovadamente envolvidas nos crimes, há praticantes das mais diversas religiões, sem que isso –felizmente– tenha sido objeto de interesse. As igrejas que eles frequentam –felizmente– nunca foram objeto de interesse jornalístico.”
O que Crivella quer dizer é que entre os acusados há pessoas das mais diferentes religiões, mas que apenas o evangélico está sendo rodeado pela imprensa e tem até repórter fazendo plantão em frente a AD em Campinas.
Crivella defende que a doação citada é do ano de 2012 e que na época ninguém cogitava os escândalos de corrupção feitos pela operação Lava Jato. “A própria informação, aliás, é inverossímil: por que alguém tentaria “lavar” dinheiro por meio de uma igreja que não contrata consultorias, palestras e serviços afins? Como se daria essa triangulação?”, questiona o senador.
Ligado à Igreja Universal, o político fala mais sobre as denúncias contra a Assembleia de Deus: “As doações foram feitas em 31 de agosto de 2012. Teriam sido usadas para a compra de votos em favor de um deputado. Naquele ano, porém, o deputado não disputou eleição alguma. A igreja não sabia que o doador poderia estar envolvido em negócios escusos nem recebeu recursos em troca de apoio eleitoral.”
Crivella pede para que não atinjam os milhões de fiéis assembleianos com essas acusações contra a liderança e termina o texto dizendo que as acusações apressadas atingem a honra de pessoas inocentes que frequentam a Assembleia de Deus.


FONTE GOSPEL PRIME!

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