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Ana Paula Valadão unge bandeira dos EUA em “ato profético”

Alguns pregadores e cantores brasileiros há muito venceram barreiras e desenvolveram um ministério internacional. Ana Paula Valadão é um deles. Além de ter lançado um CD em inglês, viaja para vários lugares do mundo.
A pastora e cantora já morou nos Estados Unidos, tendo estudado no centro de formação teológica Christ for The Nations International. Ela esteve visitando o local esta semana e participou de um culto. A certa altura, fez um “ato profético”, derramando azeite sobre uma bandeira americana. É uma forma de profetizar a restauração, nas palavras dela, de uma nação que foi responsável pela evangelização de grande parte dos países do mundo.
Contudo, os Estados Unidos têm se afastado de suas raízes cristãs nas últimas décadas. Vários pregadores americanos têm dito isso repetidas vezes.

Através de sua conta no Facebook, Ana Paula compartilhou um vídeo com pouco mais de um minuto.

Powerful morning at @CFNI today! #PrayForAmerica #IICronicles714--------------------------------------------------------Manhã poderosa no #ChristForTheNationsInstitute #OrePelosEUA #IICronicas714
Posted by Ana Paula Valadão Oficial on Segunda, 19 de outubro de 2015
Ela ora pela nação em línguas, enquanto faz o ato profético.
Pelos milhares de comentários dos usuários da rede social, a postura da cantora foi, no mínimo, polêmica. O comentário que recebeu mais curtidas dos demais, dizia: “É um simbolismo vão”. Vários outros questionavam onde tal prática era ensinada na Bíblia. Alguns usaram adjetivos fortes, como “mandinga gospel” e até “bruxaria”.
Por outro lado, várias pessoas de fendiam a cantora e o ato. “Fico aqui imaginando como os cristãos atuais reagiriam ao ver Jesus cuspindo no chão e pegando a lama para curar os cegos…”, escreve um deles.
Como é comum nesses casos, a polêmica maior ficou a cargo dos comentários sobre os comentários. O argumento mais usado (e questionado) é se um cristão pode “criticar” outro ou “falar mal” dos demais. Em geral, a argumentação é que, se Ana Paula foi inspirada por Deus para fazer algo, deveria fazer sem se importar com a opinião alheia. Os críticos em geral defendem que os ensinamentos que não seguem um padrão bíblico deveriam simplesmente ser evitados.

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