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Jogador pastor reclama de intolerância religiosa em clubes

O lateral-direito e pastor batista Ceará revelou, em entrevista ao portal esportivo Vavel, que no início de sua carreira no Santos sofreu resistência do presidente do clube, Samir Abdul-Hak, por ser evangélico.
Posteriormente, em 2003, quando atuava pelo Coritiba, Ceará teve problemas similares. Segundo o jogador, alguns dirigentes não entendem que um relacionamento íntimo com Deus pode trazer benefícios à carreira de jogador, não o contrário.
“As pessoas, às vezes por não conhecer, preferem proibir ou resistir do que propriamente saber como funciona no dia a dia e quais benefícios esse comprometimento com Deus pode trazer para o profissional e para a pessoa que está tendo esse relacionamento com Deus de forma mais íntima”, disse o lateral, de 35 anos, ao Vavel.
No Cruzeiro, porém, seu clube atual, Ceará tem liberdade para expressar sua fé e juntamente com o goleiro Fábio (ex-Vasco) e o zagueiro Léo (ex-Grêmio), também evangélicos, organiza cultos para os demais jogadores do elenco na Toca da Raposa e em concentrações, na véspera dos jogos. A participação dos jogadores é opcional.

Um comentário:

  1. Pastor jogador de futebol? Eu acho que religião é futebol não conbina, me lembra a arena do colizeu onde os cristãos eram assassinados sem nenhuma misericordia. Futibol para mim e coisa do mundo

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