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“Não sou a favor de Dilma, mas sou contra o jeito que estão querendo tirar ela”, diz Leonardo Gonçalves

No momento em que o Brasil se divide entre ‘coxinhas’ e ‘mortadelas’ — apelidos populares que diferenciam as linhas ideológicas ‘direita’ e ‘esquerda’ —, debater sobre política tem se tornado um grande dilema.
Para que o tema seja abordado dentro das igrejas, o cantor Leonardo Gonçalves vai ainda mais a fundo: é preciso antes que as pessoas evoluem quanto espécie humana. “As pessoas misturam tudo e, aparentemente, perderam a capacidade de dialogar”, disse ele em entrevista exclusiva aoGuiame.
Leonardo critica o fato de as pessoas espiritualizarem a visão política de cada indivíduo. “Para a maioria das pessoas é uma questão espiritual se você é pró ou anti PT, tem toda essa questão de demonização, que é ridícula. Na época da campanha do PT, que o Michel Temer era o vice-presidente, os evangélicos em peso espalharam boatos de que ele era satanista. Agora não, ele é o herói da bancada evangélica”, avalia o cantor.
Mesmo não sendo favorável ao atual governo, Leonardo considera que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff configura golpe. “Eu não sou a favor da Dilma, mas do jeito que estão querendo tirar ela, movido pela bancada evangélica, eu sou fundamentalmente contra”, afirma.
O cantor ressalta que as acusações contra Dilma sobre as pedaladas fiscais aconteceram em uma data anterior. “A partir do momento que você se elege, só conta o crime que você cometeu durante este mandato, porque o presidente tem imunidade para evitar justamente o que está acontecendo agora. A lei é clara. A Dilma precisa ser julgada? Sim, precisa, mas após o mandato.”
“De fato, a bancada evangélica está sendo o fator modificador da história do Brasil, mas na minha opinião, da pior maneira possível — contra a lei”, acrescenta Leonardo.

GUIAME.

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